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06.04.20
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Eficiência energética: alinhamento entre necessidade e oportunidade
Fonte: Canal Energia - 03.04.2020
Santa Catarina – Organizações que passam a ver a eficiência energética como premissa de negócio suprem necessidade de reduzir custos operacionais ao mesmo tempo em que alcançam patamares mais altos de competitividade e resultados.

Eficiência é alcançar um mesmo resultado com menor uso ou menor desperdício de recursos. Partindo desse princípio, eficiência energética pode ser compreendida como a menor utilização de energia em um sistema de produção, ou na prestação de um serviço.

Em um mundo cada vez mais dependente da energia elétrica, a eficiência assume papel fundamental. Ao diminuir a necessidade de energia nos negócios, reduz-se a necessidade de expandir a capacidade de geração, o que ajuda a preservar os recursos naturais e a reduzir a emissão de CO2 na atmosfera.

Sustentabilidade com economia

Indo além da questão ambiental, há fatores econômicos que fazem da eficiência energética um caminho estratégico a ser percorrido por qualquer organização. Primeiramente, gerar energia, a partir de qualquer fonte, é muito mais caro do que consumir menos energia, na mesma proporção.

Em segundo lugar, não só o mundo está cada vez mais dependente da energia, como também o custo desse insumo, em alguns países como o Brasil, está cada vez mais alto. Estimativas da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro apontam que os gastos com energia elétrica podem representar mais de 40% dos custos de produção no setor industrial. No varejo, como no setor supermercadista, a conta de energia já é a segunda maior despesa, atrás somente da folha de pagamento.

Marcos regulatórios recentes do setor elétrico brasileiro também fazem parte desse cenário. A adoção do sistema de bandeiras tarifárias, por exemplo, trouxe não somente aumento nas tarifas, mas também uma imprevisibilidade ainda maior dessa despesa.

Nesse contexto, saber usar a energia de forma racional e eficiente é, mais do que nunca, um diferencial.

A eficiência é especialmente importante para a indústria e o comércio, setores responsáveis por quase 50% do consumo de energia no Brasil e onde ainda reside um potencial de economia de seis a oito bilhões de reais por ano, de acordo com estimativas da ABESCO – Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia.

Autoconhecimento antecede planejamento

É importante se ter claro que obter eficiência energética não se resume à substituição de lâmpadas, aparelhos de ar-condicionado e equipamentos de refrigeração. Aliás, a modernização das instalações é precedida de uma importante etapa de entendimento de onde e como uma empresa consome energia, um diagnóstico indispensável para qualquer planejamento de eficiência energética.

Uma empresa que pretenda fazer gestão de energia precisa conhecer seus hábitos de consumo e quais são os processos, equipamentos ou mesmo recursos humanos com consumo ineficiente, devendo considerar esses elementos em seu plano de gestão. Apenas mediante esse autoconhecimento será possível definir as ações mais adequadas para a realidade de cada negócio, de modo que o consumo possa ser otimizado sem afetar as operações e os resultados pretendidos.

Monitoramento eficiente gera parâmetros confiáveis

O monitoramento do consumo de energia pode ser feito de diversas maneiras, até mesmo manuais. No entanto, quanto mais seguro for o procedimento adotado, mais confiáveis serão os parâmetros gerados e, com isso, mais assertivas serão as ações planejadas, pois estarão alinhadas às reais necessidades operacionais de cada empresa.

O processo para se obter um diagnóstico confiável pode ser facilitado por tecnologias que combinam medidores e softwares. Essas soluções viabilizam um monitoramento permanente, sistemático e automatizado do consumo e, com isso, geram insights para adequações contratuais e de infraestrutura, estimulam mudanças de comportamento e até a reavaliação de toda operação de um estabelecimento visando à redução de custos.

Eficiência como premissa do negócio

Muitas empresas já estão revolucionando a maneira como se relacionam com a energia, enxergando a eficiência energética como premissa de negócio. Nessas organizações, cada kWh contratado é visto como um ativo, alocado onde haja maior retorno, seja na cadeia produtiva e operacional ou nas oportunidades de negociação de excedentes.

A empresa que age dessa forma aumenta sua competitividade e sua economia, ao mesmo tempo em que se torna agente promotora de sustentabilidade ambiental. O caminho para alcançar esse resultado começa no autoconhecimento da organização sobre como a energia se insere em suas operações e também na vontade de mudar essa relação.

*Por Thales R. Fonseca, Head da PowerHub

Esta notícia não é de autoria do Procel Info, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pelo Procel Info. Para acessar a notícia em seu veículo original, clique aqui.
  
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