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17.09.20
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Meta de zerar emissões globais custaria entre US$ 1 trilhão e US$ 2 trilhões por ano, diz estudo
Fonte: Forbes - 16.09.2020
Inglaterra – Zerar as emissões globais de gases do efeito estufa até a metade do século custaria algo entre US$ 1 trilhão e US$ 2 trilhões de investimentos adicionais por ano, ou entre 1 e 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) global, mostrou um relatório da Comissão de Transições Energéticas (ETC) hoje (16).

Para limitar o aquecimento global a 1,5 grau Celsius neste século, as emissões globais de gases de efeito estufa precisarão ser zeradas.

Quando isto for concretizado, a redução dos padrões de vida de países desenvolvidos e em desenvolvimento em 2050 representará menos de 0,5 do PIB global, segundo o relatório.

Desde 2000, o aquecimento global custou aos Estados Unidos e à União Europeia ao menos US$ 4 trilhões de perda de produção, e países tropicais estão 5% mais pobres do que estariam sem os impactos da mudança climática, de acordo com pesquisas da Universidade de Stanford.

A ETC é uma coalizão global de 40 produtores de energia, empresas industriais e instituições financeiras, entre elas ArcelorMittal, HSBC, BP, Shell, Orsted e Bank of America, que estão comprometidos a criar uma economia livre de carbono até 2050.

Ela disse que os investimentos adicionais exigidos “são facilmente pagáveis, dadas as poupanças e investimentos globais atuais, particularmente no contexto macroeconômico prevalecente de taxas de juros baixas contínuas”.

O relatório disse que melhorias dramáticas na eficiência energética terão que ser feitas, que o suprimento global de eletricidade terá que crescer quatro ou cinco vezes para chegar a entre 90.000 e 115.000 terawatt-horas e que o ritmo anual da geração eólica e solar precisará ser de cinco a seis vezes o aumento obtido em 2019.

Os setores de construção, transporte e indústria também precisam ser eletrificados, e o hidrogênio deveria ser usado quando isto não for possível. Qualquer uso residual de energia deveria ser descarbonizado por meio da captura e do armazenamento de carbono e da bioenergia sustentável.

“Não há dúvida de que é técnica e economicamente possível chegar à economia de carbono zero que precisamos até 2050; e zero precisa significar zero, não um plano que depende do uso de ‘compensações’ permanentes e de larga escala para equilibrar as emissões constantes”, disse o copresidente da ETC, Adair Turner.

“Mas agir na próxima década é crucial. Caso contrário, será tarde demais”, acrescentou.

Esta notícia não é de autoria do Procel Info, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pelo Procel Info. Para acessar a notícia em seu veículo original, clique aqui.
  
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