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18.09.19
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Transição energética resultará em queda de custos
Fonte: Brasil Energia - 17.09.2019
São Paulo - O gasto global com energia, em relação ao PIB mundial, vai cair pela metade entre 2017 e 2050, chegando à participação de 1,9%, de acordo com relatório sobre transição energética divulgado pela DNV-GL Energy.

Uma das características principais da transição energética é o aumento da eficiência no sistema energético, aponta o relatório. Dados, análise avançada, maior conectividade e automação combinada com inteligência artificial vão fazer o sistema de energia mais barato e eficiente.

Eletrificação

Em 2050, 63% da eletricidade do mundo deve ser gerada de fontes renováveis variáveis, principalmente de eólica e solar. Em 2050, 40% da energia final chegará da eletricidade – o dobro de hoje.

A eletrificação, apoiada por fontes renováveis, é a maior contribuição para a redução da intensidade de energia nos países. Todos os setores vão se eletrificar e a mudança mais rápida é no de transportes, considerando que metade dos novos veículos vendidos no mundo em 2032 será elétrica.

Pico de demanda em 2030

A transição energética será mais fortemente influenciada pelas rápidas reduções de custo em solar e eólica, mas também em tecnologias de baterias, onde é esperada uma continuação de melhorias passadas.

Gás assumirá o controle como a maior fonte de energia em 2026, e pelo meio do século ainda será 29% do mix de energia primária. Petróleo e carvão continuarão bem expressivos na próxima década, apesar de reduzirem significativamente.

Suprimento de energia primária e demanda final de energia atingirão seu pico no começo dos anos 2030, principalmente por causa do aumento da eficiência do sistema de energia. A intensidade global de energia deve reduzir uma média de 2,5% ao ano.

Regiões

Além disso, o relatório ressalta que cada região do planeta tem um jeito diferente de pontuar sua trajetória.

O setor de energia da América Latina é o menos intensivo em emissões de CO2 entre as maiores economias em desenvolvimento, principalmente por conta da alta penetração de hidrelétrica. Mas a variação do clima influencia as condições hidrológicas e consequentemente a matriz energética. Longos períodos de seca no Brasil, Colômbia, Panamá e Venezuela podem dificultar a segurança de suprimento.

A poluição do ar e sua má qualidade nas grandes cidades também passarão a representar crescentes preocupações. Na região, o transporte é a fonte de emissões relacionadas com energia que mais deve crescer no período, tendo Brasil, México e Venezuela liderando a produção de petróleo regional.

Ainda assim, a DNV-GL aponta que a América Latina está rapidamente transicionando de combustíveis fósseis e hídricas como principais fontes de eletricidade para um mix diversificado, incluindo gás natural, solar e eólica.

A longeva economia de biocombustíveis no Brasil está liderando mundialmente a produção do etanol, que se traduz na maior frota mundial de veículos flex combustíveis.

O estudo prevê, contudo, que todas essas medidas não serão suficientes para bater as metas do Acordo de Paris, o que só seria possível mediante combinação de medidas em escala.

A íntegra do relatório pode ser baixada aqui.

Esta notícia não é de autoria do Procel Info, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pelo Procel Info. Para acessar a notícia em seu veículo original, clique aqui.
  
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