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01.07.20
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Consumo de eletricidade no Brasil cai abaixo da média mundial
Fonte: Energia Hoje - 26.06.2020
Rio de Janeiro - A redução de consumo de energia elétrica no Brasil em função da pandemia, de 11% (21 de março – 08 de maio) no mercado regulado e 12% no mercado livre (dados da CCEE), ficou abaixo da média dos outros países, de acordo com pesquisa da consultoria BIP.

A desaceleração da atividade econômica em razão das restrições à circulação das pessoas e ao isolamento social resultou na redução da demanda de energia de 25%, em média, nos países com lockdown total e de 18%, em média, em países com lockdown parcial (IEA 2020).

No Brasil, a queda está mais forte no submercado Sudeste/Centro Oeste (14%) – com o RJ liderando em 21% – e no Sul (14%). No Nordeste, foi de 11% e no Norte 2%. Em resposta à retração da demanda de energia, a geração por fontes renováveis sinaliza um pequeno crescimento (0,8%) em 2020.

Transição energética

Apesar dos primeiros sinais do consumo na Europa durante o lockdown mostrarem um crescimento médio de 20% do consumo de renováveis, com picos em alguns países específicos (Grécia e Estônia), a pesquisa indica que governos e setores econômicos apresentarão maior dificuldade em reduzir as suas emissões no longo prazo, devido aos baixos preços das commodities e do petróleo e gás.

Estima-se que a despesa mundial com petróleo será reduzida em US$ 1 trilhão, em 2020, enquanto a despesa com eletricidade sofrerá redução de US$ 180 bilhões. Consequentemente, é esperada uma redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no curto prazo. As emissões, contudo, tendem a se recuperar após o término da pandemia.

Na avaliação da BIP, a queda no preço do petróleo atrelada à desaceleração econômica pode desencorajar o investimento em eficiência energética e em energias renováveis no Brasil e no mundo, além de incentivar o aumento do consumo de derivados de petróleo.

Investimentos

Os investimentos em energia vão diminuir 20% em todo o mundo, em 2020, na comparação com 2019 (IEA). Nenhum dos segmentos será poupado, mas a redução de investimentos em energia renovável e eficiência nos usos finais de energia deve ser sensivelmente menor do que em outras categorias (10% contra 30% em O&G).

Os investimentos globais em energia elétrica e eficiência energética vão corresponder a cerca de 0,7% e 0,3% do PIB global, respectivamente, em 2020.

A consultoria identifica que, mesmo com a redução de investimentos, o foco em sustentabilidade e a transição energética continua, principalmente em fontes solar e hídrica .

“Historicamente, os investimentos em fontes alternativas tiveram impulso em tempos de alta de preços do petróleo e das fontes fósseis. Atualmente, a baixa histórica dos preços das fontes fósseis e do petróleo não favorece investimentos em fontes renováveis. Muitos governos e setores econômicos apresentarão maior dificuldade em reduzir as suas emissões no longo prazo, devido aos baixos preços das commodities e O&G especificamente”, afirma Paolo Ré, sócio da consultoria BIP e responsável pela pesquisa de cenários do setor.

Tendências

No cenário após a pandemia, as empresa deverão determinar os impactos provocados pela Covid-19 em médio e longo prazo, repensando o negócio para adaptação às exigências do mercado: um mundo mais digital, uma população com foco renovado em sustentabilidade e maior número de cidades inteligentes.

A consultoria indica algumas premissas dessa adaptação, como digitalização das redes, eficiência energética, geração distribuídas, mobilidade elétrica, residências e cidades inteligentes.

A geração distribuída pode se tornar uma agenda importante também para o mercado consumidor, junto com as tecnologias de armazenamento de energia, que permitem uma independência energética das residências. O Brasil, com altas taxas de iluminação solar em boa parte do território, representa um dos principais mercados.

O mercado de gestão inteligente de energia para consumidores residenciais deve crescer com taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 20%, até chegar em US$11 bilhões, em 2023.

O consumidor poderá se tornará produtor de energia, com pequena planta de geração fotovoltaica nas suas dependências, por exemplo. No Brasil, o mercado potencial anual é de R$1,5 bilhões, de acordo com pesquisa BIP de 2019.

Já em sistema de monitoramento otimização do consumo, a consultoria estima um potencial de mercado de mais de R$ 3,5 bilhões no país, além de R$10 bi para iluminação pública inteligente.

Apesar da desaceleração no crescimento da mobilidade elétrica privada, a frota mundial de carros elétricos passará de 1,7 milhão atualmente para 8,5 milhões em 2025.

Esta notícia não é de autoria do Procel Info, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pelo Procel Info. Para acessar a notícia em seu veículo original, clique aqui.
  
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