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03.02.20
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Cemig vai aplicar R$ 450 milhões em eficiência energética até 2025
Fonte: Canal Energia - 31.01.2020
Minas Gerais – O Conselho de Administração da Cemig aprovou um aporte de R$ 450 milhões para a área de eficiência energética durante os próximos cinco anos, com foco na melhoria de instalações e redução da conta de energia dos consumidores. Mais do que isso, a companhia trabalha com o objetivo de modernizar os equipamentos elétricos de todos os hospitais, escolas, creches, asilos públicos e unidades prisionais de sua área de concessão em Minas Gerais, trocando também toda iluminação antiga pela tecnologia LED, como revela o Gerente de Eficiência Energética da Cemig, Ronaldo Lucas Queiroz, em entrevista à Agência CanalEnergia.

“É um recurso alto quando comparado ao mínimo que pode ser feito pelo programa da Aneel, mas queremos universalizar a troca de iluminação, freezer e geladeiras para todas as instituições que nunca receberam nada da Cemig”, afirma o executivo, destacando a implementação do projeto para 3 mil unidades de ensino estaduais e 8 mil municipais, num investimento planificado em R$ 46 milhões até 2021. “Muitas vezes entramos nas salas de aula e constatamos situações de iluminação precária e que não proporciona aos alunos um ambiente adequado de ensino”, avalia.

Em 2019, a concessionária desenvolveu projetos em 89 hospitais, e neste ano inicia uma nova etapa que prevê mais de R$ 100 milhões para ampliação ao atendimento de eficientização dos equipamentos em todas instituições públicas e filantrópicas mineiras. Outra demanda que será atendida são as creches municipais, asilos e 38 Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (APACs), além da Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC), que terão seus sistemas elétricos modernizados a partir da substituição de 4.600 lâmpadas, 115 geladeiras ,39 freezers horizontais e instalação de 542 chuveiros eletrônicos.

Recentemente, a empresa também anunciou a implantação de pequenas usinas fotovoltaicas em todas as APACs de sua área de concessão, possibilitando também a capacitação de recuperandos com treinamentos de elétrica predial básica e montagem e manutenção de plantas solares. Outro projeto revelado na entrevista é a implementação de 75 kWp na Santa Casa de Belo Horizonte, que deve ser concluída em fevereiro.

“Essa semana está sendo concluída a montagem para iniciar a operação na próxima semana”, revela, afirmando que a ideia da companhia é construir 30 usinas em hospitais públicos, de acordo com os critérios técnicos de seleção. “Instalamos 125 UFVs em 2019 em escolas públicas e devemos partir para a geração fotovoltaica também em outros clientes até 2024”, reforça Queiroz, afirmando que a possibilidade de aquecimento solar terá sua viabilidade testada.

Outra frente da estatal para o segmento é o Cemig nas Escolas, um programa educacional que busca conscientizar a população por meio de palestras e a visitação ao circuito de eficiência energética, formado pela tenda e uma unidade móvel aberto ao público em geral. Ao todo serão mais de 100 municípios e 300 mil alunos beneficiados, onde serão aplicados, aproximadamente, R$ 12 milhões.

Já o Cemig no Campo leva orientações sobre o uso correto e sustentável da energia elétrica às comunidades quilombolas e aldeias indígenas do estado, prevendo a modernização de equipamentos como lâmpadas, chuveiros e geladeiras em 200 comunidades, beneficiando diretamente 17 mil famílias. Além da troca tradicional dos equipamentos, o projeto oferece palestras que abordam as temáticas de eficiência energética, produção e agricultura familiar e saneamento no ambiente rural.

Além das iniciativas junto aos consumidores, a companhia também realiza campanha, tanto interna quanto externa, de conscientização para mudança de hábitos, sobretudo para a força de trabalho da empresa, que conta com treinamentos e plataformas de divulgação da atuação dentro do assunto. Inclusive a sede da Avenida Barbacena passará por um retrofit esse ano, com a atualização de todos os equipamentos.

Vale lembrar também que a empresa conta com capacidade para desenvolver projetos em grandes plantas industriais, provendo um benefício diferente do que do programa de eficiência clássico, que traz resultados para a sociedade e não para um cliente comercial ou industrial. Para tanto, foi oficializada em outubro do ano passado a criação da Cemig SIM, braço destinado a tocar não só projetos de eficiência energética mas também microgeração solar, cogeração e mobilidade elétrica.

Investimentos e capacidade de produção

A meta da Cemig é investir cerca de R$ 90 milhões por ano no segmento, o dobro do aplicado em 2018, e substancialmente maior do que todos aportes feitos desde 2012, em média R$ 40 milhões ao ano, valor obrigatório pela legislação do setor. Já em 2019 foram desembolsados R$ 85 milhões, devido a uma acumulação nos recursos, visto os contratos de desempenho voltarem para a conta da companhia, que usa esse dinheiro para reinvestir na própria área.

“Conseguimos organizar uma estrutura física melhor, com maior capacidade de produção, quase que dobrando a média histórica de realizando, trabalhando de forma a universalizar um segmento. Quais projetos podemos fazer que sejam para todos? É uma mudança significativa”, pontua Ronaldo Queiroz.

Sobre a última Chamada Pública para a modalidade, realizada em 2019, ele conta que o resultado foi o recebimento de 126 propostas, sendo apenas 14 aprovadas, segundo os critérios da Aneel, com R$ 15 milhões sendo destinados a projetos em instituições públicas e de ensino federal. “Essa diferença entre número de inscritos e aprovados mostra um potencial de melhoria que precisa ter por parte dos proponentes na elaboração e viabilidade dos projetos”, critica o executivo, afirmando encontrar muitos projetos que não geram benefícios.

Para este ano, Ronaldo revela que a CP deve ser publicada em junho, com o edital girando em torno de R$ 50 milhões para captação dos projetos. Além disso, a Cemig estuda uma publicação de uma chamada de projetos de inovação, no intuito de buscar ideias que possam ser testadas nos clientes e que seriam aprovadas na Aneel com a tipologia de projeto piloto. “Um edital em que startups e outros ecossistemas de inovação ligado ao setor poderiam apresentar propostas”, finaliza.

Esta notícia não é de autoria do Procel Info, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pelo Procel Info. Para acessar a notícia em seu veículo original, clique aqui.
  
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