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Assunto: Jornal A Tarde - 23.05.2020
23.07.20
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Casas terão características diferentes após a pandemia
Desafio da nova moradia: ser pautada na lógica da eficiência energética em densidade equilibrada, fazendo parte de um cenário ambientalmente acolhedor

Bahia – Em meio ao isolamento, imposto pela pandemia do novo coronavírus, as pessoas estão repensando seu espaço, sua casa e o modo como podem morar de uma forma melhor. E isso irá refletir diretamente na arquitetura e engenharia no momento pós-pandemia. Com o comportamento revisado e uma nova ideia de lar ideal, os clientes e a pandemia estão fazendo arquitetos e engenheiros repensarem as moradias do futuro.

“As palavras que melhor podem sintetizar, neste primeiro momento, o início das mudanças são flexibilidade e conectividade. A casa precisará ser flexível para assumir diferentes composições e usos, assim como deve permitir o usufruto das facilidades e conexões sociais que a tecnologia 5G, a caminho dos lares brasileiros, passa a permitir em larga escala", afirma Adriano Mascarenhas, arquiteto e sócio-fundador do escritório Sotero Arquitetos.

As questões sanitárias realçadas pela Covid-19, de acordo com o arquiteto, vão resgatar demandas esquecidas relacionadas à tecnologia construtiva, em aspectos como o conforto ambiental, mais iluminação e ventilação natural, boa acústica e eficiente controle de temperatura -, e o uso de novos materiais de acabamento de baixa manutenção e facilidade de higienização, com a diminuição excessiva dos ambientes dos apartamentos, por exemplo, podendo ser revistas.


Adriano acredita que a leitura de determinadas mudanças deve ser feita de acordo com o contexto geográfico, "e Salvador possui uma das maiores taxas de densidade populacional dentre as capitais brasileiras, o que significa que morar numa casa será lidar com o afastamento do seu centro antigo". O morador terá que medir o impacto nos deslocamentos e acesso a determinadas infraestruturas, que, mesmo em tempo de comunicação virtual plena, deve ser levado em conta.

Ele explica que se criou neste momento um paradoxo entre um mundo que caminhava na direção da cidade compacta, de baixo consumo energético e ambiental, versus este novo cenário que pode ir ao encontro do espraiamento da mancha urbana através da moradia em casas, desejável num contexto de isolamento sanitário mais frequente. "Penso que o nosso desafio será conceber uma terceira via da urbe, pautada na lógica da eficiência energética em densidade equilibrada, fazendo parte de um cenário ambientalmente acolhedor", acrescenta.
Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
Jornal A Tarde 23.05.2020.pdf
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