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Assunto: Revista Lide - Agosto 2020
28.09.20
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Eficiência energética
Setor se movimenta para melhorar a diversidade da matriz de energia nacional por meio da inovação

São Paulo - O consumo de energia elétrica no País teve uma diminuição considerável no segundo trimestre do ano. A retração ocorreu em parte pela queda da atividade econômica ocasionada pelo surto do novo coronavírus. Dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) apontam que entre 21 de março e 8 de maio a redução do consumo foi de 11% no mercado regulado e 12% no livre.

Para o presidente do Conselho de Administração da CCEE, Rui Altieri, a redução do consumo trouxe uma série de impactos negativos para o setor, mas também abriu espaço para repensar qual tipo de geração contratar para abastecer a demanda quando a economia voltar a aquecer.

Ele defende que no atual cenário é possível pensar na troca de matrizes energéticas por outras mais eficientes e com menores custos. As usinas termoelétricas, por exemplo, que são acionadas em períodos de escassez de água nos reservatórios das hidrelétricas, já estariam em xeque. Essa mudança beneficiaria o consumidor e tornaria o produto nacional mais competitivo.


Novo sistema

Altieri não está sozinho. A chamada transformação energética também está na pauta da Agência Internacional de Energia (AIE), que lançou recentemente um Plano de Recuperação Sustentável em que sugere ações a serem tomadas pelos governantes nos próximos três anos para revitalizar as economias e impulsionar a geração de empregos, ao mesmo tempo que torna os sistemas de energia mais limpos e eficientes. A AIE acredita que o programa pode gerar 9 milhões de empregos por ano e um crescimento de 1,1% nas economias mundiais até 2023 a um custo estimado de 0,7% do Produto Interno Bruto global.

“Os governos têm uma oportunidade única de reiniciar suas economias e trazer uma onda de novos postos de trabalho enquanto aceleram a mudança para um futuro de energia mais eficiente e limpa”, diz Fatih Birol, diretor executivo da AIE.


Realidade

Nas últimas décadas o País atingiu um considerável número de municípios abastecidos com energia elétrica. É talvez dos serviços públicos o mais universalizado. Parte do aprendizado veio com o apagão de 2001 que mostrou a necessidade de manter uma matriz energética diversificada e a constante inovação no setor, antecipando-se às demandas futuras. “O maior desafio brasileiro hoje no setor de energia é diversificar ainda mais nossa matriz energética. Cada vez mais há estímulos para as energias renováveis, energias limpas e também à inovação em eficiência energética. Mais do que geração, podemos deixar de gastar energia e muitos projetos podem ser desenvolvidos nesse sentido”, explica o advogado Rodrigo Bertoccelli, sócio do Felsberg Advogados.


A EDP, uma das maiores empresas privadas do setor elétrico que há mais de 20 anos atua na transmissão, comercialização e serviços de energia, se comprometeu com a Organização das Nações Unidas a reduzir suas emissões de carbono e garantir que até 2030 toda a energia gerada pela companhia venha de fontes renováveis. “Liderar a transição energética significa assumir o protagonismo em busca de uma relação mais equilibrada com o planeta. Na retomada pós-covid, é fundamental adotarmos uma agenda verde para contribuirmos para a resolução da emergência climática, preservando a sustentabilidade da vida na Terra”, finaliza Miguel Setas, presidente da EDP Brasil.
Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
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