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Assunto: Folha de São Paulo - 27.11.2021
09.12.21
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Rede requer mais antenas, mas traz maior eficiência energética
Com a tecnologia 5G, especialistas esperam ganhos tanto na troca de dados como em processos industriais

São Paulo - Passadas poucas semanas do leilão do 5G no Brasil, o setor calcula a demanda energética necessária para a implementação dessa tecnologia. A expectativa do mercado e de especialistas, porém, é ter um investimento com baixo impacto e que proporcione mais eficiência —tanto na troca de dados como em procedimentos industriais.

A infraestrutura necessária para que as empresas operem o 5G cabeamento e antenas —estas devem existir em um número cerca de cinco vezes maior em comparação com o 4G, diz Luiz Henrique Barbosa da Silva, presidente-executivo da Telcomp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas).

As antenas do 5G são menores do que as usadas atualmente e têm a dimensão média de uma caixa de sapato, de acordo com a Conexis, associação que representa empresas de telecomunicação.

A quantidade de antenas a serem instaladas depende de diferentes fatores, entre eles densidade populacional e elementos geográficos, como a presença de túneis e morros, explica Barbosa da Silva, da Telcomp. Espaços com densidade populacional muito alta precisam de mais torres.

Mas, segundo ele, apesar de ser necessário um número maior de antenas, a rede está ganhando eficiência. "Imagine uma sala escura. Você coloca uma luz no centro: essa é a rede 1G. Ela cobre a sala toda, mas, para ter uma boa iluminação, é preciso aumentar a potência. Com o 2G você coloca mais uma lâmpada e, quando chegamos ao 5G, eu tenho uma quantidade maior de lâmpadas no teto, mas elas têm potência menor. E isso é mais eficiente", diz.

Além disso, a tecnologia consegue transportar dados com um consumo de energia mais eficiente do que no 4G, diz Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica na USP (Universidade de São Paulo).
Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
Folha de São Paulo 27.11.2021.pdf
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