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Assunto: Revista Exame - 06.02.2019
13.02.19
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O avanço das startups verdes
Brasil - Os investimentos em startups de tecnologias limpas — as cleantechs — crescem no mundo. Por aqui, algumas começam a se destacar

Brasil - Até 2025, a americana Owens-Illinois, maior fabricante de embalagens de vidro do mundo, quer elevar de 30% para 50% a fatia de material reciclado em seus produtos. Assim, ela reduzirá o consumo de recursos como areia e calcário e economizará energia elétrica, além de aumentar a eficiência da operação — os cacos de vidro reciclados permitem uma produção 30% maior de novas embalagens em comparação com o uso de matéria-prima virgem. Para alcançar sua meta, a subsidiária da empresa no Brasil tem investido em diferentes formas de ampliar o recebimento de vidros usados na reciclagem. Na mais recente iniciativa, passou a empregar um sistema online que conecta empresas interessadas em vender resíduos e aquelas dispostas a usá-los como matéria-prima. Com a plataforma, a Owens-Illinois encomendou a compra de 150.000 toneladas de cacos de vidro para ser entregues nos próximos 12 meses. “O uso do sistema online facilita o acesso ao material para reciclagem em grande escala”, diz Lucia Moreira, responsável pela área de sustentabilidade da Owens-Illinois no Brasil.

A plataforma utilizada pela multinacional americana foi criada em 2017 pela carioca Polen, um exemplo de startup de um segmento que tem crescido no mundo — as cleantechs. São startups especializadas em tecnologias ou modelos de negócios que visam fornecer produtos, serviços e processos para reduzir ou eliminar o uso de recursos naturais, as emissões de gases de efeito estufa e os resíduos. O ecologista Renato Paquet teve a ideia de criar a Polen quando ele trabalhava na área ambiental da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, em 2016. “Eu observava que todas as empresas, das micro às gigantes, tinham problemas na gestão dos resíduos”, diz Paquet, presidente da Polen. “O Brasil gasta 14 bilhões de reais por ano para enviar aos aterros sanitários resíduos que poderiam gerar 120 bilhões de reais caso fossem reaproveitados na cadeia produtiva.”

De olho nessa oportunidade, Paquet resolveu largar seu emprego e empreender ao lado de dois amigos, um economista e um químico industrial. O trio levantou 700.000 reais de quatro investidores, vendendo 17% de participação na empresa. Com uma segunda rodada de investimentos, o plano é captar mais 5 milhões de reais, negociando 20% das ações. Hoje, a Polen tem 11 funcionários e 270 companhias cadastradas na plataforma de compra e venda de resíduos.
Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
Revista Exame 06.02.2019.pdf
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